O Símbolo Perdido – Dan Brown

2 de abril de 2012 | Autor: Claraf | Publicado em Outros

Numa época em que proliferam teorias sobre o fim do mundo, o Apocalipse, 2012, a Profecia Maya, o juízo final e tudo o que diz respeito ao mundo que conhecemos, foi publicado o mais recente livro de Dan Brown, ‘The Lost Symbol’ ou, traduzido para português, ‘O Símbolo Perdido’.

Claro está que, depois de tal introdução, surgem duas perguntas perfeitamente plausíveis para o leitor: o que é o Símbolo Perdido que merece o título de um romance que mistura ficção com realidade? E porque se relaciona um livro sobre maçonaria (sim, o livro fala-nos principalmente sobre este grupo que cultiva a filantropia e valores como a liberdade, democracia e igualdade) com o fim do mundo?

Todos devem saber que a personagem fulcral é o famoso e aclamado Robert Langdon, já tão conhecido depois das suas aventuras no Vaticano e em Paris. Aqui, ele terá de se embrenhar numa nova aventura, desta vez para perceber um mapa antigo e maçónico, que o conduzirá a um lugar onde estão guardados os Mistérios Antigos, dos quais fazem parte os conhecimentos valiosos, sobre a humanidade, a natureza, a ciência e todo o mundo que conhecemos. Livros gratuitos

Numa viagem alucinante pelo coração da capital dos EUA, Langdon desenvolve o seu projecto debaixo de grande pressão, no breve período de 12 horas, numa corrida louca para conseguir encontrar os Mistérios Antigos e para que, dessa forma, possa revelar ao raptor do seu melhor amigo, uma palavra antiga e poderosa, que deverá ser tatuada no seu corpo. O principal objectivo do raptor é, portanto, obter conhecimento para que se consiga tornar num ser divino.

Misturando Maçonaria com uma nova ciência, a Noética, a escrita de Dan Brown é ainda inovadora, porque apesar de termos uma surpresa quanto á identidade do verdadeiro conspirador, já não encontrámos aquele cliché em que o vilão é, afinal, o aliado mais inesperado. É importante referir também que este romance, ao contrário dos dois livros anteriores, não envolve Robert em nenhum caso amoroso e não faz referências a anteriores.

No fim, falando do Apocalipse, Dan Brown explica este fim do nosso mundo com uma teoria muito mais plausível, que só poderá ser descoberta se os leitores se atreverem a partir nesta demanda pelo conhecimento antigo e para conseguirem encontrar o Símbolo Perdido!

Com uma escrita fluente, por vezes complexa devido a noções científicas, com capitulo curtos e de leitura fácil, que prendem o leitor às páginas do livro!

Recomendo a leitura! Mais informações sobre http://www.bubok.pt

Autor: Claraf

Este autor tem publicado 15 artigos até agora. Mais informação sobre o autor em breve .

Comentários (1)

  1. Oi professor,dando (mais) uma viaidsta nesse blog me deparo com esse f3timo artigo.Com a clareza que lhe e9 peculiar, vocea abordou a queste3o dos filtros por um e2ngulo que nem todos este3o acostumados a ver.Certamente os filtros precisam ficar mais refinados para atender uma demanda (cada vez maior) por informae7e3o de qualidade.Dito isso, vocea ne3o acha que os estudos da web seme2ntica poderiam propiciar justamente essa evolue7e3o dos filtros?Eu li no artigo Mito da web 3.0 a vise3o que vocea tem sobre esse tema, e ate9 concordo em parte com o que escreveu, principalmente em relae7e3o ao termo “Era Digital Artificial”.Nessa nova era digital artificial, ao cruzar informae7f5es, e ne3o mais apenas links, a me1quina (Internet) ne3o poderia ser capaz de cruzar informae7e3o, e, utilizando a lf3gica e a ordem, caracteredsticas inerentes ao mundo das me1quinas, dar uma resposta mais precisa possedvel sobre um determinado assunto?Ne3o sei se consegui me fazer entender aqui, mas penso que em um futuro (ne3o te3o distante) poderemos perguntar coisas diretamente e0 Internet (atrave9s de um filtro de busca), e ela, ao analisar toda produe7e3o de informae7e3o da humanidade (presente dentro dela, claro), tere1 que dar uma resposta o mais prf3ximo da verdade possedvel. Ou pelo menos mostrar o caminho mais lf3gico, pois ela ne3o tem como fugir dessa precise3o.Do contre1rio ela perderia toda a sua releve2ncia.E como lidaremos com as respostas?Pegando o prf3prio exemplo da meddia tradicional, que como vocea mesmo disse (e eu concordo) filtra, mente, distorce e manipula fatos e acasos todos os dias por toda a histf3ria. Como sere1 a relae7e3o entre essas meddias e a populae7e3o, que contare1 com uma fonte com muito mais credibilidade?Juntando tudo isso com os planos do Google de ir para a TV, e um aproveitamento melhor dos rastros deixados em todas as plataformas digitais, podemos esperar que algo acontecere1. Essa e9 a minha aposta.Foi muita coisa? Mas de qualquer forma as ide9ias ficam no ar.Um abrae7o professor,Saiba que je1 estou colocando o projeto em pre1tica. Agora to trabalhando (e aprendendo) em um projeto da UFRJ de educae7e3o alternativa em Cabo Frio, e por isso, to tendo que morar aqui.Um dia a gente chega le1.Ate9 mais!

Deixe uma resposta

*